A Record foi condenada em primeira instância, na 11ª Vara Cívil de Brasília, a pagar uma indenização de R$ 30 mil por exibir várias vezes imagens de uma mulher durante uma edição do “Fala Que Eu Te Escuto”, da Igreja Universal, sobre traição.
O tema do programa, em janeiro de 2009, era “Traição: o que mais motiva é a falta de amor, a oportunidade ou a insatisfação sexual?”. Várias imagens foram captadas clandestinamente por detetives particulares onde homens e mulheres apareciam em supostos encontros extraconjugais.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, na ação, a mulher diz que a exibição das imagens causou prejuízos em seu ambiente de trabalho e familiar.
Em sua defesa, a Record alegou que a emissora se preocupou com a integridade das pessoas, alterando a voz e embaçando as imagens. Ainda cabe recurso.
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